Quintas

História

A Quinta do Cardo pertence à região da Beira Interior, sub-região de Castelo Rodrigo e está situada nas proximidades desta vila. As vinhas, cultivadas a uma cota média de 750 metros de altitude, estão protegidas pelas serras da Marofa e de Castelo Rodrigo e rodeadas pelos rios Douro, Coa e Águeda.
Com uma área total de 180 hectares, dos quais 69 são de vinha, toda ela certificada em modo de produção biológica, os restantes acolhem uma extensa reserva de sobreiros e floresta espontânea.
As primeiras vinhas foram plantadas em 1932 e o recohecimento da qualidade dos vinhos tem sido uma constante ao longo dos anos.
A Companhia das Quintas adquiriu a propriedade em 2001 e manteve a qualidade indiscutível dos brancos e mostrou o potencial dos vinhos tintos de qualidade na região. Com um estilo pouco comum em Portugal, os vinhos tintos da Quinta do Cardo apresentam notas balsâmicas, grande frescura e complexidade. 

Luís Leocádio
Enólogo

Luís Leocádio - Enólogo residente - Quinta do Cardo

Contacte-me

"Os nossos vinhos são fruto de uma união bem orquestrada entre o melhor da Natureza e o melhor das nossas gentes. Só assim, é possivel transferir-lhes personalidade e sabor únicos!"

a nossa
equipa

castas

Touriga Franca

Também conhecida por Touriga Francesa apesar de não ter qualquer ligação com França. Possui um vigor médio e porte erecto e tal como a Touriga Nacional é resistente ao calor e seca. Os vinhos têm uma acidez média e primam pela elegância e corpo. O aroma é muito intenso e frutado com notas de cereja, romã, marmelo e casca de pinheiro. Apresenta um elevado numero de grainhas que quando maduras (anos mais quentes) e deixadas em “cuvaison” origina vinhos com elevado potencial de guarda. Na Quinta do Cardo está plantada em 12 ha na Vinha do Forno (2001); 1 ha na Vinha da Adega (2001); 0,5 ha na Vinha do Pombal (2001).

Touriga Nacional

Casta com origem no Douro e Beiras mas muito conhecida no Dão, é a casta portuguesa em maior expansão. É vigorosa e resistente ao calor e períodos de seca, idealmente plantada em terrenos pouco férteis, possui cachos e bagos muito pequenos originando vinhos concentrados, de elevada acidez e estrutura. O aroma é intenso com notas de flor de laranjeira, eucalipto, balsâmico e nos anos mais quentes a fruta preta. Na Quinta do Cardo está plantada em 6 ha na Vinha da Adega (2001); 5 ha na Vinha do Galinheiro (2002); 0,5 ha na Vinha do Pombal (2001).

Tinta Roriz

Também conhecida como Aragonez no Alentejo e Tempranillo na Espanha, representa 24,2% da área vitícola portuguesa. Os vinhos são concentrados, muito expressivos no aroma com notas de resina de pinheiro, esteva, tabaco, ameixa e mentol. Na boca revela grande corpo e estrutura com uma acidez média, muito utilizada em lotes com a Touriga Nacional. Na Quinta do Cardo está plantada em 19 ha na Vinha do Castelo (2002); 0,5 ha na Vinha do Pombal (2001).

Síria

Também conhecida como Roupeiro é uma casta de vigor médio/elevado, de maturação tardia e que se adapta bem a zonas frescas. Os mostos são muito resistentes à oxidação e os vinhos têm pouca intensidade de cor, aromas intensos citrinos (laranja, toranja e limão), tropicais e com leves especiarias (folha de louro). De acidez média a elevada, boa estrutura, persistência e elevado potencial de envelhecimento. Na Quinta do Cardo está plantada em 8 ha na Vinha do Lomedo (1973); 2 ha na Vinha da Capela (1974); 2 ha na Vinha do Forno.

Várias Castas

Tinto Cão: Casta de ciclo longo, cultivada principalmente na região do Douro, muito resistente ao calor, porém pouco resistente a períodos longos de seca. Apresenta bagos e cachos muito pequenos e uma película grossa. Produz vinhos com uma elevada acidez e de grande estrutura. Aroma de fruta preta, com notas balsâmicas e nuances vegetais. Na Quinta do Cardo raramente esta casta é vinificada em separado pela pequena área de cultivo (1,5 ha (2002)).

Merlot: Casta com origem em Bordéus, normalmente presente em “blend” com a casta também francesa, Cabernet Sauvignon. Apresenta ciclo curto e muito aromática, resultando em vinhos encorpados, ricos em álcool e em cor, mas com uma acidez relativamente baixa/média. Os vinhos mais estruturados podem ser estagiados em madeira. Os aromas são complexos e elegantes, com destaque para as notas de pimentos. Cultivada em 2 ha na Vinha da Estrada (2002).

Caladoc: Resultado do cruzamento das castas Grenache e Malbec é amplamente cultivada no sul de França, nas regiões de Provence e Languedoc. Apresenta boa aptidão para tintos estruturados e frutados. Cultivada em 1 ha na Vinha do Castelo (2002).

Alicante Bouschet: Tem as suas origens em Languedoc, e resulta do cruzamento das castas Petit Bouschet e Grenache. Encontra-se cultivada no Alentejo à mais de 100 anos, sendo uma das poucas castas tintureiras existentes. É muito utilizada com outras castas, devido ao incremento de cor que esta faculta aos “blend”. Os vinhos que origina são opacos e estruturados, com grande expressão aromática a azeitonas, vegetais e especiarias. Cultiva em 1 ha na Vinha do Castelo (2002).

Os solos são de origem granítica na sua maioria, sendo os restantes essencialmente de origem xistosa, onde podemos encontrar inúmeros filões de Quartzo. A sua textura é média e apresenta pH’s tendencialmente baixos. Estas características resultam numa menor retenção de nutrientes, que se traduz num vigor mais baixo das vinhas, e consequentemente em produções baixas e uvas de excelente qualidade e concentração.

O clima da região é vincadamente continental, marcado por invernos rigorosos e verões muito quentes. A altitude promove uma amplitude térmica muito elevada durante a maturação, onde as temperaturas oscilar 20ºC ao longo de um dia. As noites muito frescas associadas à topografia plana das vinhas contribuem para o perfil singular dos vinhos produzidos, marcados pela frescura e complexidade.

As Vinhas

Mapa Talhões Quinta Cardo

castas

Touriga Franca

Também conhecida por Touriga Francesa apesar de não ter qualquer ligação com França. Possui um vigor médio e porte erecto e tal como a Touriga Nacional é resistente ao calor e seca. Os vinhos têm uma acidez média e primam pela elegância e corpo. O aroma é muito intenso e frutado com notas de cereja, romã, marmelo e casca de pinheiro. Apresenta um elevado numero de grainhas que quando maduras (anos mais quentes) e deixadas em “cuvaison” origina vinhos com elevado potencial de guarda. Na Quinta do Cardo está plantada em 12 ha na Vinha do Forno (2001); 1 ha na Vinha da Adega (2001); 0,5 ha na Vinha do Pombal (2001).

Touriga Nacional

Casta com origem no Douro e Beiras mas muito conhecida no Dão, é a casta portuguesa em maior expansão. É vigorosa e resistente ao calor e períodos de seca, idealmente plantada em terrenos pouco férteis, possui cachos e bagos muito pequenos originando vinhos concentrados, de elevada acidez e estrutura. O aroma é intenso com notas de flor de laranjeira, eucalipto, balsâmico e nos anos mais quentes a fruta preta. Na Quinta do Cardo está plantada em 6 ha na Vinha da Adega (2001); 5 ha na Vinha do Galinheiro (2002); 0,5 ha na Vinha do Pombal (2001).

Tinta Roriz

Também conhecida como Aragonez no Alentejo e Tempranillo na Espanha, representa 24,2% da área vitícola portuguesa. Os vinhos são concentrados, muito expressivos no aroma com notas de resina de pinheiro, esteva, tabaco, ameixa e mentol. Na boca revela grande corpo e estrutura com uma acidez média, muito utilizada em lotes com a Touriga Nacional. Na Quinta do Cardo está plantada em 19 ha na Vinha do Castelo (2002); 0,5 ha na Vinha do Pombal (2001).

Síria

Também conhecida como Roupeiro é uma casta de vigor médio/elevado, de maturação tardia e que se adapta bem a zonas frescas. Os mostos são muito resistentes à oxidação e os vinhos têm pouca intensidade de cor, aromas intensos citrinos (laranja, toranja e limão), tropicais e com leves especiarias (folha de louro). De acidez média a elevada, boa estrutura, persistência e elevado potencial de envelhecimento. Na Quinta do Cardo está plantada em 8 ha na Vinha do Lomedo (1973); 2 ha na Vinha da Capela (1974); 2 ha na Vinha do Forno.

Várias Castas

Tinto Cão: Casta de ciclo longo, cultivada principalmente na região do Douro, muito resistente ao calor, porém pouco resistente a períodos longos de seca. Apresenta bagos e cachos muito pequenos e uma película grossa. Produz vinhos com uma elevada acidez e de grande estrutura. Aroma de fruta preta, com notas balsâmicas e nuances vegetais. Na Quinta do Cardo raramente esta casta é vinificada em separado pela pequena área de cultivo (1,5 ha (2002)).

Merlot: Casta com origem em Bordéus, normalmente presente em “blend” com a casta também francesa, Cabernet Sauvignon. Apresenta ciclo curto e muito aromática, resultando em vinhos encorpados, ricos em álcool e em cor, mas com uma acidez relativamente baixa/média. Os vinhos mais estruturados podem ser estagiados em madeira. Os aromas são complexos e elegantes, com destaque para as notas de pimentos. Cultivada em 2 ha na Vinha da Estrada (2002).

Caladoc: Resultado do cruzamento das castas Grenache e Malbec é amplamente cultivada no sul de França, nas regiões de Provence e Languedoc. Apresenta boa aptidão para tintos estruturados e frutados. Cultivada em 1 ha na Vinha do Castelo (2002).

Alicante Bouschet: Tem as suas origens em Languedoc, e resulta do cruzamento das castas Petit Bouschet e Grenache. Encontra-se cultivada no Alentejo à mais de 100 anos, sendo uma das poucas castas tintureiras existentes. É muito utilizada com outras castas, devido ao incremento de cor que esta faculta aos “blend”. Os vinhos que origina são opacos e estruturados, com grande expressão aromática a azeitonas, vegetais e especiarias. Cultiva em 1 ha na Vinha do Castelo (2002).

"Existe mais filosofia numa garrafa de vinho que em todos os livros"

Louis Pasteur

Newsletter

Receba dicas sobre vinhos e fique a par de todas as novidades da Companhia das Quintas